MAIO VERMELHO

MAIO VERMELHO


O Maio Vermelho foi criado para alertar a população contra a hepatite. Sabemos que o fígado é um dos principais órgãos do corpo, pois é responsável por diversas funções importantes para o metabolismo, como a sintetização de substâncias essenciais para o sangue, intestino e o sistema linfático.

Entre os sintomas da hepatite, que podem ou não surgir, estão fadiga, dores musculares e nas articulações, dores abdominais, perda de apetite, náuseas, diarreia, febre baixa, além de urina bem escura, além de fezes, pele e olhos amarelados.

Cada tipo é causado por um vírus (existem também os tipos D e E, menos frequentes) ou uma bactéria – fora as hepatites causadas por agentes tóxicos, como pelo consumo intenso de álcool ou medicamentos, e a hepatite autoimune, quando anticorpos atacam o próprio fígado.

Sintomas das hepatites

Em grande parte dos casos, as hepatites virais são doenças silenciosas, o que reforça a necessidade de ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam os vários tipos de hepatites. Geralmente, a doença já está em estágio mais avançado quando os sintomas aparecem. Dentre esses sintomas, os mais comuns são:

  • Febre;
  • Fraqueza;
  • Mal-estar;
  • Dor abdominal;
  • Enjoo/náuseas;
  • Vômitos;
  • Perda de apetite;
  • Urina escura (cor de café);
  • Icterícia (olhos e pele amarelados);
  • Fezes esbranquiçadas (como massa de vidraceiro).

Para saber se há necessidade de realizar exames que detectem as hepatites, observe se você já se expôs a algumas dessas situações:

  • Contágio fecal-oral: condições precárias de saneamento básico e água, de higiene pessoal e dos alimentos (vírus A e E);
  • Transmissão sanguínea: se praticou sexo desprotegido ou compartilhou seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha e outros objetos que furam ou cortam (vírus B, C e D);
  • Transmissão sanguínea: da mãe para o filho durante a gravidez, o parto e a amamentação (vírus B, C e D).

No caso das hepatites B e C, é preciso um intervalo de 60 dias para que os anticorpos sejam detectados no exame de sangue.

 transmissão da hepatite pode ocorrer pelo contato oral-fecal ou pelo contato com o sangue contaminado. Algumas formas de contaminação com a hepatite são:

  • Partilhar seringas;
  • Relação sem camisinha;
  • Consumir alimentos ou água contaminados;
  • Contato com urina ou fezes do indivíduo contaminado.

Outras formas de contaminação menos comuns são a transfusão sanguínea antes de 1990, e de mãe para filho através do parto normal, quando não foi realizado o pré-natal devidamente.

Possíveis causas

As causas da hepatite podem envolver a contaminação com vírus, bactérias ou parasitas, sendo que no Brasil os vírus da hepatite A, B e C são os maiores responsáveis pelos casos de hepatite no país. Dessa forma, as causas da inflamação no fígado podem ser:

A hepatite também pode ocorrer devido a algumas doenças como Lúpus, Síndrome de Sjögren, fibrose cística, doença inflamatória intestinal, anemia hemolítica, artrite reumatoide, esclerodermia ou glomerulonefrite.

Como se transmite a hepatite

A transmissão da hepatite pode ocorrer pelo contato oral-fecal ou pelo contato com o sangue contaminado. Algumas formas de contaminação mais comuns incluem:

Outras formas de contaminação menos comuns são a transfusão sanguínea, particularmente antes de 1990, e da mãe para filho através do parto normal, em mulheres que não fazem corretamente o pré-natal.

Como se trata a hepatite

O tratamento para hepatite pode ser feito apenas com repouso, boa alimentação e hidratação. No entanto, em alguns casos poderá ser prescrito o uso de medicamentos como interferon, lamivudina, adefovir, dipivoxila e entecavir.

Os medicamentos contra hepatite podem provocar efeitos colaterais como irritabilidade, dor de cabeça, insônia e febre e, por isso, muitos pacientes abandonam o tratamento, sem o conhecimento do médico, comprometendo o tratamento da hepatite. Apesar destes serem sintomas desagradáveis são mais frequentes no início do tratamento e tendem a diminuir com o uso de analgésicos, antidepressivos ou anti-inflamatórios.

O tempo de tratamento pode variar entre 6 a 11 meses, dependendo do tipo de hepatite e da resposta imunológica do paciente. Durante todo o tratamento deve-se ter o cuidado de preferir alimentos de fácil digestão, sendo recomendado seguir uma dieta para tratar a hepatite.

Confira no vídeo a seguir o que comer durante o tratamento para hepatite:

Hepatite tem cura

A hepatite tem cura na maior parte das vezes, mas em alguns casos, quando o indivíduo não é devidamente tratado ou não respeita as orientações prescritas, a doença pode evoluir com complicações, podendo evoluir para morte.

Casos mais graves podem necessitar de internamento hospitalar para o controle da doença porque a hepatite crônica aumenta o risco de desenvolvimento de cirrose hepática, que aumenta o risco de câncer hepático. Outras complicações da hepatite incluem glomérulo-nefrite do vírus da hepatite B e crioglobulinemia do vírus da hepatite C.

Fonte:https://www.tuasaude.com/hepatite

 

 

Câncer Bucal

Converse com seu médico e informe-se sobre o exame clínico da boca. A saúde é um direito de todos e dever do Estado. Em caso de dificuldade para marcação de consultas e exames em seu município, procure a Secretaria Municipal de Saúde ou o Conselho Municipal de Saúde para orientações e providências.

O que é o câncer de boca?

São tumores malignos que acometem a boca e parte da garganta. Pode se desenvolver nos lábios, língua, céu da boca, gengiva, amígdala e glândulas salivares.

Como posso perceber um câncer de boca?

O câncer de boca pode se manifestar sob a forma de feridas na boca ou no lábio que não cicatrizam, caroços, inchações, áreas de dormência, sangramentos sem causa conhecida, dor na garganta que não melhora e manchas esbranquiçadas ou avermelhadas na parte interna da boca ou no lábio. Nas fases mais evoluídas, o câncer da boca provoca mau hálito, dificuldade em falar e engolir, caroço no pescoço e perda de peso.

O que pode levar a pessoa ter câncer de boca?

O fumo e o álcool são os principais fatores de risco para o desenvolvimento do câncer da boca. Pessoas que fumam e consomem bebidas alcoólicas excessivamente têm maior risco de desenvolver o câncer da boca. O risco aumenta quanto maior for o número de cigarros e de doses de bebidas consumidos.

Existem outros fatores de risco?

Sim, como a falta de higiene bucal e a alimentação pobre em vitaminas e minerais, principalmente em vitamina C. A exposição excessiva ao sol também aumenta o risco de desenvolvimento do câncer do lábio.

É possível descobrir o câncer de boca no início?

Sim. O exame rotineiro da boca feito por um profissional de saúde pode diagnosticar lesões no início, antes de se transformarem em câncer. Pessoas com mais de 40 anos que fumam e bebem devem estar mais atentas e ter sua boca examinada por profissional de saúde (dentista ou médico) pelo menos uma vez ao ano.

Onde pode ser realizado o exame da boca?

Profissionais de saúde treinados dos Centros de Especialidades Odontológicas, CEO, e de postos ou centros de saúde podem realizar o exame.

O autoexame previne a doença?

O auto-exame da boca é uma técnica simples que a própria pessoa faz para conhecer a estrutura normal da boca e, assim, identificar possíveis anormalidades, como mudanças na aparência dos lábios e da parte interna da boca, endurecimentos, caroços, feridas, e inchações. Entretanto, esse exame não substitui o exame clínico realizado por profissional de saúde treinado. Para a realização do autoexame são necessários um espelho e um ambiente bem iluminado. Mesmo que não encontre nenhuma alteração, é importante a consulta regular ao dentista para o exame clínico da boca.

Como diminuir o risco de câncer de boca?

FONTE:http://bvsms.saude.gov.br/bvs/folder/cancer_boca.pdf

 

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